domingo, 6 de abril de 2008

Santa tecnologia


Sempre fico embasbacado ao passar pela rua Santa Efigênia, em São Paulo, e dessa vez não foi diferente. O maior comércio tecnológico paulista não é nada mais do que simples quiosques e lojinhas minúsculas em galerias abarrotadas de pessoas, porém não se deve julgar um livro pela sua capa (já diria a sábia sabedoria popular), seus balcões guardam maravilhas tecnógicas, o mp7, por exemplo, como pude descobrir. Não se trata de um mero formato de música e sim de um aparelho multi-funcional, o nome veio do fato de o tocador de mp3 ser chamdo de mp3 e das suas subseqüentes "evoluções" mp4, mp5 e mp6. Celular, câmera, tocador de música, gerenciador pessoal e até, pasmem, televisão. Sim, um simples aparelho que custa em média 600 reais possue tudo isso e algumas outras funções a mais. Fiquei muito impressionado com a versatilidade desse aparelho (e ainda mais com seu preço).

Além dos diversos produtos de ponta que achamos nesse paraíso tecnológico, temos um fato interessante em suas galerias. A diversidade dos atendentes é, sem dúvida, uma ratificação da globalização. Temos atendendes chineses (que falam muito mal o português, em geral), indianos, árabes, libanêses e muitos outros, entre eles tem até brasileiros (irônico, não?).

Sábado, dia 5 de abril, foi um dia para entrar na história. Não pelo Ozzy, mas pelo encontro de gerações no Parque Antártica. Vi pais com filhos, avôs com netos e todas as possíveis combinações entre 3 gerações de fãs. Não é para menos, no palco tinhamos a banda KoRn e Ozzy, o encontro entre o velho metal, que continua agradando a muitas pessoas, e o new metal.
Ozzy
roubou a cena do festival, apesar do bom show do KoRn e do show do Black Label Society, com seu carísma e com suas maluquices. Um vídeo seu abriu o show, para surpresa de todos, e fez o Parque Antártica rir com cenas do Ozzy parodiando vários filmes e seriados (Piratas do Caribe, The Office, Lost, Borat entre muitos outros).

A cidade da garoa poupou os quase 38 mil espectadores de se molharem no Ozzy Festival, mas não o "principe das trevas". Durante seu show mais de 10 baldes de água foram despejados por ele nos fãs mais próximos do palco, para o delírio dos mesmos (e do seu próprio).
Para quem pode vê-lo no seriado protagonizado pela sua "ilustre"(para não dizer esquisita) família, iria pensar que ele estaria seqüelado... grave engano. Ozzy mostrou vigor (ao saltar feito uma criança e jogar barris de água para todos os lados) e a continuar fazendo coisas loucas, o velho de quase 60 anos responde a todos que o perguntam quando que ele vai se aposentar ao abrir seu show cantando a música I don't wanna stop (traduzindo, "eu não quero parar", de cantar no caso) do seu novo album Black Rain.

Ele se despediu do Brasil com a promessa de não deixar os fãs esperando pelos longos 13 anos desde sua última aparição no país.

A imagem desse post é da rua Santa Efigênia em um raro momento de tranqüilidade (que lembra muito cenas do excelente filme do diretor Danny Boyle, O Extermínio, e do filme Eu sou a Lenda, com uma ótima atuação do Will Smith).Foto tirada do site: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/07/357026.shtml

Para os que ficaram curiosos em relação as paródias do Ozzy, aqui vão dois links que mostram esse video:

http://www.youtube.com/watch?v=MoUkZZptdmk
http://www.youtube.com/watch?v=X1c3OZ9PLRo

Os videos não estão muito bons, obviamente, pois são gravações amadoras.

E eu me despesso, como não poderia deixar de ser, ao som de I don't wanna stop do Ozzy.
Até próxima semana.

2 comentários:

Pedro Lucas disse...

Realmente, muito sábia a sabedoria =P
Aliás, se você escavocar o MercadoLivre, verá que MP7 é velharia =P

Unknown disse...

num basta ler neh...tem que comentar tbm...affff =p
se eu mudar de celular eu te mostro quando for brasil.... poder do R$0 aqui