domingo, 30 de março de 2008

Coffee and TV


Essa semana eu tive uma entrevista de estágio na Tetrapak (sim, talvez eu faça caixinhas de leite) e, enquanto estava esperando para ser entrevistado, estava lendo uns folhetos e descubri que eles não fazem apenas caixinhas, mera ignorância minha, eles também trabalham no ramo de alimentos (não, não são caixinhas comestíveis).

Mudando um pouco de assunto, ouvi falar de um filme que me atraiu bastante, esse filme é Chacun Son Cinema (Cada um com seu Cinema). O filme na verdade é em honra aos 60 anos do Festival de Cinema de Cannes. O filme é na verdade uma coletânea de curtas assinadas por mais de 30 cineastas convidados pelo presidente do fetival, Gilles Jacob. Entre eles temos os cineastas Walter Salles, David Lynch e Roman Polanski.

Vale lembrar que dia 5 de abril (sábado) teremos o Ozzy Festival no Parque Antârtica, São Paulo. O Ozzy Festival terá as bandas KORN e Black Label Society para abrirem o show do mestre Ozzy. Não sou muito fã do Ozzy, mas essa provavelmente será a última vez que os brasileiros poderam vê-lo (visto que ele está bem para lá e quase nada para cá) e, além disso, eu fui muito fã do KORN, vou poder viver um momento nostálgico (lembrar dos bons tempos enquanto eu ainda era novo... ou pelo menos mais novo), ou seja, meu lugar lá está garantido e o seu?

Para os entendedores da língua de Shakespeare e que conhecem a briga Bill Gates Vs Steve Jobs aqui vai um video divertido:

http://www.youtube.com/watch?v=qHO8l-Bd1O4

A imagem desse post fica por conta da Floralis Genérica, que é uma flor metálica gigante que abre as pétalas durante o dia e as fecha a noite, como uma flor de verdade. Ela fica localizada no bairro de Palermo, Buenos Aires, num parque patrocinado pela Tetrapak.

E eu me despeço ao som da banda britânica Blur com a música Coffee and TV, em
homenagem a todas caixinhas de leite (clique no nome da música para ver o clipe)

domingo, 23 de março de 2008

Televisão e comédia




Feriado de Páscoa, todos viajando para suas respectivas casas para passar o feriado com a família e os amigos, enquanto isso, minha única amiga, que não me deixou sozinho em Campinas, foi a TV.
Infelizmente não uma das minhas amigas favoritas e o feriado apenas serviu para ratificar nossas desavenças.

A programação da televisão aberta chega a ser ridícula, de tão ruim. Lembro-me bem dos bons e velhos tempos da Manchete e da TV Cultura onde tinham programas muito mais interessantes, você poderá até argumentar que eu era pequeno e não tinha um gosto muito crítico. Pode até ser, mas eu ainda prefiro ver o "Mundo de Beakman" do que o Faustão e adivinhem qual desses programas eu gostaria que meu filho visse.

Pois bem, chega de nostalgia e de lembrar dos bons (ou pelo menos melhores) tempos da televisão aberta e vamos ao que interessa, o futuro.

Custe o Que Custar (CQC) é o seu nome e estreou dia 17 de março na Band. Pouquíssimos programas da televisão aberta me fizeram ter tanta vontade de ver como esse(e espero que essa vontade não passe ao ver um episódio). Por quê? Vale lembrar que os brasileiros são bons humoristas, mas apesar disso temos programas apelativos e repetitivos de comédia na televisão (só para lembrar um desses: Zorra Total, que é um dos piores programas de comédias que eu já vi) e o que atiçou minha curiosidade nesse programa? No elenco temos ninguém menos do que: Marcelo Tas, Rafinha Bastos, Marco Luque, Rafael Cortez, Danilo Gentili, Felipe Andreoli e Oscar Filho. Alguns são conhecidos, como o experiente Marcelo Tas (O porque sim, zequinha! Para os que se lembram) e outros são expoentes da recente onda de stand-up comedy, onde geralmente se faz uma comédia mais inteligente e menos apelativa.

Ainda não tive o prazer de verificar se a mistura stand-up comedy , o formato CQC e outros atores e humoristas deu certo, mas torço para que dê, eles têm tudo para dar certo.

Para mais informações, visite:


http://band.com.br/fiquedeolho/conteudo.asp?ID=73648&CNL=18


Para terminar meu feriado feliz, nada melhor do que um bom filme: scanner darkly (O Homem Duplo, em português), o filme é dirigido por ninguém menos que Richard Linklater, de onde se explica o visual experimental estilo Waking Life, e tem Keanu Reeves, Robert Downey Jr e Woody Harrelson no elenco. Porém a maior estrela do filme é o autor do livro em que o filme foi baseado: Philip K. Dick, um dos maiores escritores de ficção científica.

Só para lembrar, ele escreveu os livros em que os filmes: Blade Runner, Minority Report e o The Pay Check (o Pagamento Final) foram baseados.

O filme é sobre paranóia, drogas e combate a drogas, uma alusão ao período vivido pelo autor durante a contra-cultura e o mandato do presidente Richard Nixon. O visual é o ponto forte do filme, não sendo tão experimental quanto em Waking Life, mas não tão convencional quanto desenhos.
Em resumo, o filme agradará pessoas com um gosto um pouco diferente e, caso se tenha um tempinho a mais livre, recomendo o livro.

A imagem desse post é da "Santa Televisão Brasileira", uma santa de 4 metros de altura com uma televisão no lugar da cabeça. Essa santa faz parte do Festiva de Curitiba, Usina das idéias.

Boa Páscoa!